Nenhum produto no carrinho.
Voltar para a loja
Voz poética de resistência, lucidez e afirmação. Sinopse: Lagartixa Okonhoko Npasmadu questiona as estruturas de poder duma “nação afétéré”, denunciando injustiças e convocando o leitor para uma reflexão crítica sobre...
Voz poética de resistência, lucidez e afirmação.
Sinopse: Lagartixa Okonhoko Npasmadu questiona as estruturas de poder duma “nação afétéré”, denunciando injustiças e convocando o leitor para uma reflexão crítica sobre a realidade social e política da Guiné-Bissau. A pluralidade linguística da edição amplia o alcance universal da sua mensagem. A obra afirma a poesia como ferramenta de luta e de resistência, pensamento crítico e fortalecimentos dos laços que unem os povos do país num só nó.
Ainda não existem avaliações.
Apenas clientes que compraram este livro podem deixar avaliação.
André Luís Mendes, vulgo Lagartixa Okonhoko Npasmadu, Cozinheiro, Líder e Gestor de profissão, nasceu a 12 de novembro de 1980, em Nghala Progresso, algures em Bissau, capital da Guiné-Bissau.
Desde a adolescência, revelou uma enorme paixão pela cultura na sua mais ampla concepção; paixão alimentada por uma inata capacidade de representação, que o leva a dar os primeiros passos no mundo das artes com apenas 12 anos de idade, quando, na sua paróquia, Santo António de Bandim, começou a representar pequenas peças de teatro, integrando depois movimentos e grupos culturais como a Brigada Cultural Estudantil e Os Fidalgos da Guiné.
A paixão pela cultura acabou por se repercutir também nas suas opções de estudos, levando-o, após o secundário, a fazer o curso de Literatura Brasileira pelo Centro dos Estudos Brasileiros em Bissau e a iniciar o curso de Literatura e Culturas Lusófonas, pela Escola Normal Superior Tchico Té, também em Bissau.
Deambulando pelas tabankas europeias desde 2003, Lagartixa, nascido Djamburere que um dia será Lagarto, continua a viver para a cultura, principalmente para Teatro, Cinema e Literatura, representando, sempre que os palcos o chamarem, e encantando quem tiver o privilégio de assistir às suas atuações.
É parte do Movimento Cultural e Literário Djorson Nobu, organização que possibilitou-lhe integrar os volumes I e II da Antologia Poética de Jovens Guineenses "Traços no Tempo".
Publicou a sua primeira obra, intitulada No Compasso do Primeiro Passo, em 2010; coordenou, em 2013, a antologia poética para a paz na Guiné-Bissau, denominada Recados de Paz; em 2014 publicou A Última Missanga do Meu Colar, e nação AFÉTÉRÉ é a sua mais recente obra, lançada em 2020.