Não havia trânsito desconcerta. Impõe questionamentos sem questionar. Não julga. Descreve. Fala. Diverte. Conta uma história com narrativas imbuídas de simplicidade. No final de contas, existirá algo mais profundo que a simplicidade de palavras que conseguem fazer eternidade na alma do leitor? Abdelaziz coloca, mais uma vez, o seu país e a sua cidade no mundo. Faz da literatura, um manifesto de existência. Diz “nós também desenhamos traços deste mundo”, numa escrita assumida, atrevida e humanista. Obriga-nos a decifrar os não-ditos, em ditos plenos de contemporaneidade, reveladores de obscuridades, silenciadas pelas vozes altas de uma cidade tranquilizada na intranquilidade das vivências que a adornam.












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